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Ponto de vista: Fim de uma era de degradação

15/10/2026 • 12:43 • Atualizado

Já não há exceção: todos os analistas sérios do País concluem que as urnas de 25 próximo revelarão inevitável derrota do Lulismo, variando, apenas, as projeções do tamanho, com um mínimo de cinco e um máximo de vinte milhões de votos, predominando a crença numa probabilidade maior para que os números girem em torno de dez milhões de votos, o suficiente para constituir a mais acachapante derrota em eleições presidenciais no Brasil. E não é sem tempo que as pessoas passaram a compreender a extensão e intensidade da vocação do lulismo para a marginalidade! A tal ponto que, mais e mais, propalam que não foi o petismo que criou a corrupção em nosso País! Do mesmo modo como reconhecem que a aperfeiçoou e a ampliou em escala sesquipedal, piorando, como nunca, nosso Poder Legislativo e degradando a histórica boa imagem de nosso Poder Judiciário, com a presença nele de figuras inquestionavelmente latrinárias, irmãos siameses de Lula.

Foto Ponto de vista: Fim de uma era de degradação
Foto: Reprodução/ Arquivo Pessoal

Tomado pelo desespero de um fim melancólico, em razão de uma ação protraída que combinou despreparo com vastas ambições de riqueza material, Lula passou, nesta reta final, à introjeção psicológica do après moi le déluge (Depois de mim, pouco importa o que aconteça) com que Madame de Pompadour queria anestesiar o espírito de seu amante Luís XV, da França, na iminência de irremediável derrota. Com efeito, em cada um dos seus três mandatos, Lula esmerou-se em encarnar a imagem do político imediatista em contraposição ao estadista, na famosa definição de Winston Churchill: “Enquanto o político age pensando na próxima eleição, o estadista atua com o pensamento voltado para os interesses da próxima geração”. Daí as intermináveis ações populistas de Lula, a exemplo da Escala 6 x 1; os sucessivos aumentos do Bolsa Família; a redução do preço dos combustíveis; o perdão bilionário a débitos de pequenas empresas;  doação de cinco mil Reais a cada microempresário; bolsa estudante para alunos da rede pública; desenrolas um, dois e três, para atender todos os gostos; gratuidade da farmácia popular; isenção de imposto de renda para rendas mensais abaixo de cinco mil Reais; revogação das taxas das blusinhas; pé de meia; programa gás do povo; proibição das bets; fim da obrigatoriedade da autoescola; impedimento da privatização dos correios.

Enquanto isso, nada fez para diminuir a criminalidade, em geral, e contra a mulher, em particular. Ao invés de combater, estimulou o crime com frases infelizes e ações ainda mais lamentáveis como estímulo à corrupção, como ficará provado quando se revelarem suas relações promíscuas com Daniel Vorcaro. O que quer que haja de mecanismo corruptor da vontade popular, Lula já fez e continuará a fazer até o último dia do seu mandato, de modo a dificultar o governo de Flávio Bolsonaro, inviabilizando-o, como mecanismo assecuratório do retorno ao poder de sua gang, nas eleições de 2030.

Ao longo dos governos petistas, a corrupção prosperou como nunca, ao lado do racismo, do ódio interno, simbolizado no “nós contra eles, os malditos produtores”. Daí o crescimento da pobreza; do desemprego; do endividamento familiar; da violência policial e sucateamento de nossa infraestrutura física e espiritual expressa na paz e na educação de qualidade que enseja o aumento da produtividade de nossa Economia que nos governos petistas cresce abaixo da média mundial.

O povo brasileiro não aguenta mais o PT, como dirão as urnas no próximo 25/10!

As opiniões e comentários expressos pelos colunistas são de sua inteira responsabilidade e não refletem, necessariamente, a opinião ou posicionamento desta empresa.

Joaci Góes

Joaci Goés é advogado, jornalista e empresário, além de ter sido deputado federal pela Bahia entre 87 e 91. Também ocupa o cargo de diretor da Associação Comercial da Bahia e sócio do Instituto Genealógico da Bahia.