Relatório aponta "risco de morte" em transferência de Bolsonaro
Ex-presidente segue sem previsão de alta
Por: Agência Brasil|Redação
20/03/2026 • 16:20 • Atualizado
O ex-presidente Jair Bolsonaro foi levado às pressas no dia 13 de março para o Hospital DF Star, em Brasília, após apresentar um quadro de saúde considerado grave enquanto estava preso. De acordo com a médica plantonista responsável pelo atendimento, a remoção foi motivada pelo “risco de morte".
Bolsonaro segue internado e sem previsão de alta, conforme boletim médico divulgado nesta sexta-feira (20). Ele trata uma broncopneumonia bacteriana, condição que exigiu cuidados hospitalares após piora no estado clínico.
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O episódio aconteceu quando o ex-presidente passou mal na unidade onde está custodiado. A transferência foi informada ao ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF), pela direção da Papudinha, como é conhecida a Sala de Estado Maior do 19º Batalhão da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), no Complexo Penitenciário da Papuda, em Brasília.
"A escolta teve início às 6h52, após avaliação e determinação da médica de plantão, Dra Ana Cristina, em razão do risco de morte do custodiado. O trajeto foi concluído por volta das 8h55, com chegada no Hospital DF Star", diz o relatório.
Após a internação, a defesa voltou a pedir prisão domiciliar ao STF, mas ainda não há decisão. Bolsonaro cumpre pena de 27 anos e três meses de prisão por condenação no processo relacionado à trama golpista.
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