Justiça dá 15 dias para AGU explicar representação judicial de Janja
Juíza pediu documentos que comprovem os fundamentos da representação
Por: Redação
22/09/2026 • 11:30
A Justiça Federal do Distrito Federal determinou que a Advocacia-Geral da União (AGU) apresente, em 15 dias, documentos que comprovem os requisitos legais para representar judicialmente a primeira-dama Rosângela da Silva, a Janja. A decisão é da juíza Maria Cecília de Marco Rocha, da 9ª Vara Federal Cível, e foi tomada em ação popular que questiona gastos públicos relacionados a viagens internacionais da primeira-dama.
Entre os documentos solicitados estão o requerimento administrativo feito por Janja, o parecer ou manifestação jurídica que analisou o pedido, o ato que autorizou a atuação da AGU e outros elementos que comprovem o cumprimento das exigências legais. A magistrada ressaltou que a determinação não significa, neste momento, que a representação seja irregular.
A ação foi apresentada pelo vereador Guilherme Kilter (Novo-PR) e pelo advogado Jeffrey Chiquini, que questionam despesas públicas relacionadas às viagens internacionais de Janja. Os autores também pediram a suspensão de pagamentos e reembolsos, mas a tutela de urgência foi negada pela Justiça.
Leia também:
Bispos repudiam fala de Lula sobre celibato e mulheres na Igreja Católica
Moraes é sorteado relator de ação que envolve sua mulher
Após a apresentação dos documentos pela AGU, os autores terão 15 dias para se manifestar e, em seguida, o Ministério Público Federal terá prazo de 30 dias. O mérito da ação e a regularidade da representação judicial ainda serão analisados pela Justiça.
