Gonet pede nulidade das apurações ordenadas por Mendonça
Titular da PGR alega que Mendonça não tem autorização para conduzir o caso Master
Por: Redação
02/09/2026 • 13:30
Na tarde da ultima terça-feira (1º), caso Master, alegando que o relator do caso, André Mendonça, não tinha autorização do Supremo Tribunal Federal para conduzir as investigações que envolviam Alexandre de Moraes, também ministro da corte.
O procurador-geral da República alega que Mendonça “sabia que entre elas estava o ministro Alexandre de Moraes. Não poderia deixar de o saber. O ato que determinou a investigação pela Polícia Federal data de 24 de agosto de 2026. Há muito que o relator estava com todas as peças que quis fossem detalhadas por escrito”, escreveu o Gonet.
O mesmo também foi citado no caso cerca de 33 vezes, no relatório divulgado pela Polícia Federal. Seu nome é mencionado algumas vezes, outras é utilizado a sigla "PG" para se referir a Gonet, as iniciais são usadas com frequência por Ciro Soares, advogado que atendia Daniel Vorcaro que viabilizava os encontros entre o ex-banqueiro e autoridades da República.
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Mensagens recuperadas pela Polícia Federal sugerem uma aproximação entre Vorcaro e Gonet, tendo Ciro como principal interlocutor. Ciro também foi um dos advogados que impetraram habeas corpus no Superior Tribunal de Justiça (STJ) para tentar reverter a primeira decisão que autorizou a prisão preventiva de Daniel Vorcaro.
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