Caso Master completa um mês sem avanço na presidência do STF
Pedidos de liberdade seguem pendentes enquanto cresce a tensão entre ministros da Corte
Por: Redação
11/10/2026 • 16:40
O caso envolvendo o antigo Banco Master completa um mês sem avanços na presidência do Supremo Tribunal Federal (STF), desde que o ministro Edson Fachin concentrou em seu gabinete a condução dos processos relacionados à instituição, em 12 de setembro. Desde então, pedidos de liberdade e recursos de investigados aguardam análise.
Entre os casos pendentes está o do ex-banqueiro Daniel Vorcaro, cuja defesa voltou a solicitar a liberação do pedido para que o ministro André Mendonça, antigo relator das investigações, decida sobre a liberdade. Outros quatro investigados presos preventivamente também cobram a apreciação de recursos contra as prisões.
A crise interna se intensificou após divergências públicas entre ministros sobre a condução das apurações e o tratamento de informações que envolvem integrantes do Supremo. Em 15 de setembro, uma sessão extraordinária foi interrompida por um pedido de vista de Flávio Dino, que suspendeu a discussão sobre a análise conjunta de procedimentos relacionados a Alexandre de Moraes e André Mendonça.
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A expectativa é que o caso avance com a entrega de relatórios da Polícia Federal a Fachin, prevista para terça-feira (13), com informações sobre o episódio. O presidente do STF afirmou que dará os encaminhamentos necessários após receber o material completo. Enquanto isso, permanecem indefinidos os próximos passos das investigações e a análise dos recursos pendentes.
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