Jerônimo defende fim da escala 6x1 e celebra avanço no Congresso
Governador da Bahia afirmou que medida representa “justiça social” para trabalhadores
Por: Marcos Flávio Nascimento
28/05/2026 • 13:24
O governador da Bahia, Jerônimo Rodrigues (PT), publicou um vídeo nas redes sociais nesta quinta-feira (28) comemorando o avanço da proposta que prevê o fim da escala 6x1 para trabalhadores brasileiros. Na publicação, o petista classificou a medida como uma conquista importante para a classe trabalhadora.
Ao comentar a aprovação do tema na Câmara dos Deputados, Jerônimo afirmou que a mudança representa mais qualidade de vida para trabalhadores que enfrentam longas jornadas e pouco tempo de descanso.
“É importante que a classe trabalhadora tenha um tempo para cuidar de si, de sua família e de sua comunidade”, declarou o governador.
Durante o pronunciamento, Jerônimo também afirmou que o modelo de jornada 6x1 “castigava bastante os trabalhadores”, principalmente pela falta de tempo para cuidados pessoais, saúde e convivência familiar.
O chefe do Executivo baiano ainda parabenizou os deputados federais da bancada baiana que votaram favoravelmente ao projeto e destacou que agora a proposta seguirá para análise no Senado Federal.
Governador chama proposta de “justiça social”
Na legenda da publicação, Jerônimo Rodrigues reforçou o apoio à proposta e afirmou que o debate vai além da jornada de trabalho.
Segundo ele, o tema envolve dignidade, valorização profissional e respeito aos trabalhadores que ajudam a movimentar a economia do país diariamente.
“Quem trabalha também precisa ter tempo para cuidar da família, da saúde, descansar e viver com mais dignidade”, escreveu.
O governador também destacou que a pauta representa uma discussão sobre qualidade de vida e valorização da classe trabalhadora brasileira.
Debate sobre escala 6x1 ganhou força nas redes
Nos últimos dias, o tema do fim da escala 6x1 passou a dominar discussões políticas e econômicas nas redes sociais, envolvendo parlamentares, empresários, influenciadores e representantes de diferentes correntes ideológicas.
Enquanto apoiadores defendem que a mudança pode melhorar a qualidade de vida dos trabalhadores, críticos questionam possíveis impactos econômicos e efeitos no mercado de trabalho.
A proposta ainda será analisada pelo Senado Federal antes de uma eventual sanção presidencial.
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