CBV passa a exigir teste genético para atletas de vôlei feminino
Nova política prevê triagem do gene SRY para definir elegibilidade nas competições
Por: Agência Brasil|Redação
16/08/2026 • 08:30 • Atualizado
A Confederação Brasileira de Voleibol (CBV) anunciou nesta sexta-feira (14) uma nova política de elegibilidade para as competições femininas. A partir da mudança, a entidade estabelece que apenas atletas do sexo biológico feminino poderão disputar os torneios organizados pela confederação.
A verificação será feita por meio de testagem e triagem do gene SRY, geralmente realizada com amostra de sangue ou esfregaço bucal. Segundo a CBV, a medida busca alinhar as regras das competições nacionais aos critérios adotados internacionalmente pelo Comitê Olímpico Internacional (COI) e pela Federação Internacional de Voleibol (FIVB).
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A nova política será aplicada a partir da Superliga A e B da temporada 2026/27, além da Supercopa 2026, Copa Brasil 2027 e competições de vôlei de praia previstas no calendário. A mudança pode afetar atletas trans, como Tiffany, do Osasco São Cristóvão Saúde, cuja participação em uma partida em Osasco foi autorizada pelo STF em fevereiro, após decisão da ministra Cármen Lúcia.
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