PIB desacelera no segundo trimestre após queda no consumo das famílias do Brasil
Apesar do crescimento no segundo trimestre, resultado representa diminuição em relação ao recorte anterior
Por: Redação
01/09/2026 • 14:00 • Atualizado
No segundo trimestre de 2026, o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro cresceu 0,5%, mas resultado representa queda na aceleração após a constatada diminuição no consumo das famílias brasileiras, sendo um dos fatores preponderantes para o resultado. Entre o primeiro e o segundo trimestre deste ano, houve recuo de 0,4% no consumo de bens e serviços pelas famílias.
O Produto Interno Bruto (PIB) é a soma de todos os bens e serviços finais produzidos por um país, estado ou cidade em determinado período. De acordo com os dados comumente divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o PIB do segundo trimestre teve crescimento de 0,5%, ante 1,1% no primeiro trimestre (janeiro a março).
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O crescimento do PIB indica uma expansão da economia, enquanto sua redução representa uma diminuição na produção de bens e serviços e, consequentemente, uma desaceleração da atividade econômica. Segundo dados do IBGE, os dois principais setores da economia apresentaram perda de ritmo entre os trimestres analisados. O setor de serviços, por exemplo, mais atingido pela queda do consumo familiar brasileiro, registrou uma variação de 0,5% para 0,2%. A indústria, segundo maior setor da economia, também desacelerou significativamente, passando de 1% para apenas 0,1% no período.
