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Investigação desvenda tática de personal suspeito de crimes sexuais em Salvador

Mais de 10 pessoas já denunciaram situações referentes a Maurício

Por: Redação

22/07/202615:10Atualizado

A quarta-feira (22) amanheceu com “tempo fechado” para o educador físico Maurício Brasil Maia, de 30 anos. O homem foi preso, logo no início da manhã, por suspeita de cometer os crimes de estupro e importunação sexual contra mulheres durante atendimentos médicos em Salvador.  

Personal Mauricio Brasil foi alvo de mandado nesta quarta
Foto: Reprodução/Instagram @mauriciobrasilmaia

Conforme informações obtidas pela reportagem do portal Esfera, ao menos 10 pessoas denunciaram o personal trainer desde 2025. No fim do mesmo ano, ele compareceu a uma delegacia da capital para prestar esclarecimentos sobre situações semelhantes, mas foi liberado. 

Nesta quarta, agentes da Polícia Civil da Bahia (PC-BA) estiveram em ao menos dois endereços para cumprir mandados de prisão e de busca e apreensão. Ele, agora, está na Polinter, onde está custodiado. Nesta quinta-feira (23), o indivíduo deve passar por audiência de custódia. 

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Parte dos relatos das vítimas à delegacia contemplavam ações como constrangimento para revelar as posições solicitadas pelo até então profissional, de acordo com apuração do portal Esfera. 

Tática do preso

Maurício vendia a imagem de fundador de assessoria digital para profissionais fitness, além de educador físico. Entre as atividades diárias, ele oferecia procedimentos especializados, como a terapia de liberação miofascial. Com essa oferta, o homem executava os abusos sexuais. 

Durante o cumprimento dos mandados de prisão e de busca e apreensão, os policiais encontraram na residência do investigado uma porção de haxixe, uma balança de precisão, dois frascos contendo anabolizantes, além de aparelho celular, equipamentos eletrônicos e documentos.

Todo o material foi apreendido e será encaminhado para análise pericial, conforme informou a corporação.  O caso é conduzido pelo Departamento de Polícia Metropolitana (Depom), por meio da equipe da 16ª Delegacia Territorial (DT/Pituba).

A reportagem do portal Esfera busca contato com a defesa de Maurício, mas, até a publicação desta matéria, não teve retorno. O espaço segue aberto para manifestações.