Nível abaixo da linha da pobreza envolve cerca de 5 milhões de cães e gatos
Atuação das ONGs e posse responsável são tipos de soluções
Por: Redação
24/04/2026 • 20:30
Uma realidade no mundo animal levantou questionamento pelo alerta no índice da pesquisa feita em novembro de 2024 pelo Instituto Pet Brasil (IPB), junto a Abinpet (Associação Brasileira da Indústria de Produtos para Animais de Estimação). O estudo indicou que cerca de 4,8 milhões de cães e gatos estão em situação de vulnerabilidade no Brasil, ao lado de famílias que estão abaixo da linha da pobreza.
O destaque é que, além do fato de alguns desses animais pertencerem a famílias em condição de pobreza, outros são cuidados por pessoas que, ainda que não tenham moradia fixa, garantem sua alimentação e bem-estar. Ao todo, 60% são cães e 40% gatos, segundo informações divulgadas pelo Estadão.
Nesse sentido, somente 4,2% desses pets chegam a ONGs e são colocados para adoção, dado que alerta para a urgência de ações mais amplas. Entre as alternativas de soluções está a posse responsável, sobretudo por alimentação adequada, assistência veterinária e um ambiente seguro.
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Ainda assim, esses animais não são, necessariamente, abandonados. Isso porque a pesquisa revela que apenas 4,2% deste total acabam efetivamente em situação de rua, ou seja, cerca de 201 mil animais.
Cães e gatos
Conforme indica o IPB, aproximadamente 60% dos animais vulneráveis são cães, isto é, 2,88 milhões, enquanto 40% são gatos (1,92 milhão). A região Nordeste, por exemplo, comporta 17% das ONGs e abrigos que atuam nesse cenário.
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