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Morte de “Sicário” não teve interferência externa, conclui PF

Investigação aponta ausência de indução em caso ligado ao Banco Master

Por: Redação

19/04/202610:40

A apuração da Polícia Federal (PF) sobre a morte de Luiz Phillipi Mourão, conhecido como “Sicário”, entrou na fase final sem apontar participação de terceiros no caso. Segundo as investigações, não houve instigação ao suicídio nem interferência externa por parte de agentes ou outras pessoas que tiveram contato com o preso. A análise incluiu interações dentro da custódia e ligações telefônicas realizadas após a detenção.

Sicário preso
Foto: Divulgação/PC-MG

O caso ocorreu nas dependências da Superintendência da Polícia Federal em Belo Horizonte, onde Mourão estava sob custódia. Ele era apontado como aliado de Daniel Vorcaro em investigações envolvendo o sistema financeiro.

Imagens reforçam conclusão

De acordo com a PF, o ato foi registrado por câmeras de segurança, o que ajudou a descartar qualquer tipo de intervenção externa.

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As imagens mostram que Mourão utilizou uma camisa de manga comprida para se enforcar, sem indícios de participação de terceiros.

Linha de investigação foi descartada

Uma das hipóteses analisadas pelos investigadores considerava a possibilidade de indução ao suicídio, a partir de contatos com policiais ou pessoas externas. No entanto, essa linha foi descartada após a análise do material coletado.

Com isso, o inquérito caminha para a conclusão, consolidando o entendimento de que a morte ocorreu sem influência de terceiros.