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Limite de renda do Minha Casa, Minha Vida é reajustado para R$ 13 mil

Decisão do FGTS também altera valor máximo dos imóveis

Por: Agência Brasil|Redação

24/03/202616:23Atualizado

O Conselho Curador do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) aprovou, nesta terça-feira (24), a ampliação dos limites de renda e dos valores de financiamento do programa habitacional Minha Casa, Minha Vida. Pelas novas definições, a Faixa 1 — que atualmete atende famílias com renda de até R$ 2.850 — passa a incluir quem ganha até R$ 3.200. 

Minha Casa, Minha Vida
Foto: Ricardo Stuckert/PR

Na sequência, a Faixa 2 teve o limite elevado de R$ 4.700 para R$ 5.000. Já a Faixa 3 avançou de R$ 8.600 para R$ 9.600, enquanto a Faixa 4, voltada à classe média, subiu de R$ 12 mil para R$ 13 mil.

Os valores máximos dos imóveis financiados também foram reajustados nas faixas mais altas. No caso da Faixa 3, o teto passa de R$ 350 mil para R$ 400 mil. Para a Faixa 4, o limite sobe de R$ 500 mil para R$ 600 mil.

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Apesar da aprovação, as mudanças ainda não entram em vigor imediatamente. As novas regras dependem da publicação no Diário Oficial da União para começarem a valer de forma oficial.


Programa mira ampliar acesso à moradia

Relançado no atual governo, o Minha Casa, Minha Vida é uma das principais apostas da gestão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT). Criado em 2009, o programa busca ampliar o acesso à moradia para famílias de baixa e média renda em todo o país.

Além das alterações no programa habitacional, o conselho também aprovou a retomada do FGTS-Saúde e a inclusão de novos mutuários no Programa de Infraestrutura de Transporte e da Mobilidade Urbana (Pró-Transporte).