Ministério da Saúde eleva alerta sanitário por avanço da Mpox no país
Brasil tem 90 casos confirmados; São Paulo lidera ocorrências e exige vigilância máxima
Por: Redação
28/02/2026 • 13:33 • Atualizado
O Ministério da Saúde elevou o nível de alerta sanitário no Brasil em decorrência do avanço dos casos de Mpox, classificando a situação como de atenção máxima em oito estados: São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Paraná, Santa Catarina, Rio Grande do Sul, Rondônia e o Distrito Federal.
Conforme o levantamento oficial mais recente, o país já registra cerca de 90 diagnósticos confirmados, enquanto outras 180 notificações suspeitas seguem sob investigação laboratorial. São Paulo concentra o maior volume de ocorrências, liderando a lista de estados que agora integram uma estratégia de vigilância reforçada para conter a propagação do vírus, especialmente em grandes centros urbanos.
A Mpox é uma infecção viral da mesma família da varíola e sua transmissão ocorre, prioritariamente, pelo contato direto com lesões na pele de indivíduos contaminados, além do risco de contágio por secreções ou compartilhamento de objetos de uso pessoal.
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Os sintomas
Os sintomas costumam surgir em um intervalo de três a 21 dias após a exposição, manifestando-se inicialmente por meio de febre, dores musculares, fadiga e o aparecimento de erupções cutâneas que evoluem para bolhas ou feridas em diversas partes do corpo.
Atualmente, o Sistema Único de Saúde (SUS) mantém protocolos para o manejo da doença, embora ainda não exista um medicamento específico aprovado para o combate direto ao vírus. O tratamento é focado no controle dos sintomas e na prevenção de complicações secundárias, sendo o isolamento obrigatório para pacientes confirmados até a cicatrização completa das lesões.
Como medidas preventivas, as autoridades recomendam o reforço na higiene das mãos, o distanciamento de casos suspeitos e a busca imediata por atendimento médico diante de sinais compatíveis. A situação segue sob monitoramento contínuo da Organização Mundial da Saúde (OMS), que revisa periodicamente o nível de risco global da enfermidade.
