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Presos por roubos na Barra, membros do BDM ironizam: 'Logo estaremos soltos'

Trio detido na Operação Hexa é investigado por série de crimes contra turistas

Por: Jaísa de Almeida

09/07/202616:23Atualizado

As prisões de três suspeitos de integrar um grupo investigado por praticar roubos contra turistas na Orla da Barra, em Salvador, chamaram a atenção nesta quarta-feira (8). Enquanto eram conduzidos para a delegacia durante a Operação Hexa, Inacio Pereira Menezes, Alessandro Isaias França e Adson Adriano dos Anjos sorriram e afirmaram que 'logo estarão soltos'.

Barra foi ponto de ação dos suspeitos
Foto: Ilustrativa/Jefferson Peixoto/Secom PMS

Os três investigados, com idades entre 18 e 22 anos, são apontados pela Polícia Civil como integrantes de uma organização responsável por uma sequência de assaltos na região. Juntos, eles acumulam 61 passagens pela polícia por diferentes crimes.

Além das suspeitas de roubo e furto, também são investigados por envolvimento com o Bonde do Maluco (BDM), utilizando a atuação na facção para comercializar drogas em pontos da orla.

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Entre os presos, Alessandro possui o maior histórico criminal. De acordo com a polícia, ele reúne 55 registros por crimes como roubo, furto, tráfico de drogas, ameaça e vias de fato. Adson, por sua vez, possui quatro passagens policiais - duas por roubo e duas por tráfico de drogas. Já Inacio responde por duas ocorrências, uma por furto e outra por lesão corporal.

Veja o rosto dos indivíduos:

Na foto: Alessandro, Adson e Inacio, respectivamente.    Crédito: Arquivo pessoal

Na foto: Alessandro, Adson e Inacio, respectivamente. Crédito: Arquivo pessoal


Investigação começou após assalto a turistas

As investigações tiveram início após um assalto onde duas turistas foram abordadas com violência e tiveram um celular, correntes de ouro e outros pertences levados pelos criminosos. O caso foi registrado em 19 de junho deste ano, no Porto da Barra.

Segundo a Polícia Civil, a partir desse caso foi possível identificar que o grupo agia de forma recorrente na região, escolhendo turistas e frequentadores da orla como principais alvos.

Apesar das prisões realizadas na Operação Hexa, a investigação continua. A polícia informou que as diligências seguem em andamento para identificar e localizar outros possíveis integrantes do grupo.