Inverno traz desafio extra para proteção de cães e gatos no Brasil
Animais em situação de rua são os mais afetados pela falta de abrigo e alimentação regular
Por: Redação
27/06/2026 • 15:20
Nem todo cão ou gato consegue enfrentar o frio da mesma forma. Com a chegada do inverno, animais mais frágeis, como filhotes, idosos, os de pequeno porte e aqueles com pelos curtos, precisam de cuidados extras para evitar problemas de saúde. Embora a pelagem ajude na proteção, ela nem sempre é suficiente para manter a temperatura do corpo.
Algumas mudanças simples na rotina podem fazer diferença durante esse período. A orientação é manter os pets em locais secos, protegidos do vento e com caminhas afastadas do chão. Cobertores limpos ajudam a aquecer, e, quando houver necessidade, roupas próprias para animais podem ser usadas, desde que não incomodem nem atrapalhem os movimentos. Também é importante observar tremores, falta de apetite e a procura constante por lugares mais quentes, já que o frio pode agravar doenças respiratórias, nas articulações e na pele.
Enquanto os animais que têm um lar recebem esses cuidados, a realidade é bem diferente para cães e gatos que vivem nas ruas. Sem abrigo, alimentação regular ou atendimento veterinário, eles ficam mais expostos à hipotermia, infecções e outros problemas causados pelas baixas temperaturas.
Ações simples podem ajudar
Organizações de proteção animal estimam que milhões de cães e gatos vivam em situação de vulnerabilidade no Brasil. Durante o inverno, abrigos e protetores independentes costumam receber mais pedidos de ajuda, mesmo já funcionando com estrutura limitada. Diante desse cenário, oferecer água, alimento e um abrigo improvisado em um local seguro pode aliviar a situação desses animais.
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Outra alternativa para quem tem condições é oferecer um lar temporário até que o animal seja adotado. Compartilhar pedidos de adoção nas redes sociais e entre pessoas próximas também contribui para aumentar as chances de cães e gatos encontrarem uma família definitiva.
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