Logo

Defesa de Bolsonaro pede que Tarcísio visite ex-presidente na Papuda

Solicitação aguarda decisão do STF sobre encontros na unidade prisional

Por: Redação

19/01/202618:43Atualizado

A equipe jurídica de Jair Bolsonaro protocolou no Supremo Tribunal Federal (STF) um pedido para autorizar a entrada do governador de São Paulo, Tarcísio de Freitas (Republicanos), na “Papudinha”, setor do Complexo Penitenciário da Papuda. A solicitação foi apresentada, nesta segunda-feira (19), e será avaliada pelo ministro Alexandre de Moraes, responsável pelo caso.

Foto Defesa de Bolsonaro pede que Tarcísio visite ex-presidente na Papuda
Foto: Reprsodução/Instagram @tarcisiogdf

Além do chefe do Executivo paulista, o requerimento contempla o cunhado do ex-presidente, Diego Torres Dourado, e o pecuarista Bruno Scheid, vice-presidente do  Partido Liberal (PL) de Rondônia. Segundo a defesa, a medida visa garantir que Bolsonaro possa receber visitas de pessoas próximas dentro das regras de segurança da penitenciária.

Leia mais:
Tarcísio de Freitas é apontado como possível candidato à Presidência pelo Republicanos
Bolsonaro quer Michelle como vice em chapa com Tarcísio em 2026
Tarcísio de Freitas defende indulto a ex-presidente Bolsonaro

O último encontro entre Bolsonaro e Tarcísio ocorreu em setembro de 2025. Outra visita havia sido autorizada pelo STF em dezembro, mas acabou cancelada após a decretação da prisão preventiva do ex-chefe de Estado, interrompendo o contato planejado entre os políticos.

Transferência para a Papudinha

A transferência de Bolsonaro para a “Papudinha” aconteceu na última quinta-feira (15), por determinação do ministro Alexandre de Moraes. A mudança, segundo o tribunal, busca oferecer condições mais apropriadas de custódia, além de permitir a execução de procedimentos médicos solicitados pela defesa.

“O traslado possibilitará a realização imediata da intervenção fisioterapêutica recomendada pelos médicos, marcada para o início da noite, procedimento inviável na Superintendência da Polícia Federal em razão das limitações administrativas e de segurança, mas que será plenamente executado no novo espaço destinado ao custodiado”, informou o STF.