URGENTE: Trump diz que Maduro foi capturado após ataque contra a Venezuela
Explosões e ação em Caracas reforçam tensão entre país sul-americano e Estados Unidos
Por: Redação
03/01/2026 • 08:11 • Atualizado
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, afirmou neste sábado, 3 de janeiro, que Nicolás Maduro foi capturado e retirado da Venezuela após uma operação militar em Caracas. Segundo o norte-americano, explosões e movimentação de aeronaves registradas durante a madrugada na capital venezuelana estariam relacionadas à ação, que ocorre em meio à escalada de tensões entre Venezuela e EUA.
Em publicação na Truth Social, Donald Trump afirmou que a ofensiva dos Estados Unidos teria resultado na detenção do presidente Nicolás Maduro e de sua esposa, que, segundo ele, foram retirados da Venezuela após a operação. O republicano descreveu a ação como um ataque em larga escala conduzido pelo governo norte-americano.
Reprodução/Truth Social
Ainda de acordo com o presidente dos EUA, a operação contou com a atuação direta das forças de segurança americanas. Trump também informou que pretende conceder uma coletiva de imprensa ainda neste sábado para detalhar os desdobramentos da ação militar.
Em resposta imediata, o governo venezuelano acusou os Estados Unidos de promoverem ataques contra o território nacional. Em nota oficial divulgada pela imprensa internacional, Nicolás Maduro declarou estado de emergência em todo o país e convocou a população a reagir.
“O país inteiro deve se mobilizar para enfrentar essa agressão imperialista”, afirmou o governo da Venezuela no comunicado.
A gestão chavista também repudiou o que classificou como uma grave agressão militar contra áreas civis e militares. Segundo a nota, os ataques teriam atingido Caracas e regiões dos estados de Miranda, Aragua e La Guaira.
Por fim, o Governo Bolivariano convocou forças políticas, sociais e a Força Armada Nacional Bolivariana a permanecerem em mobilização permanente. O objetivo, segundo o comunicado oficial, é preservar a soberania da Venezuela e garantir a estabilidade interna diante da escalada da crise internacional.
