Na estrada e na periferia: Treze suspeitos são capturados por morte de PM
Mulheres e homens compõem o bonde que atuava em Salvador
Por: Redação
03/02/2026 • 16:25 • Atualizado
Horas após o cabo da Polícia Militar (PM) Glauber Rosa Santos morrer, em Salvador, nesta terça-feira (3), cerca de 13 suspeitos foram capturados. Oito deles trocaram tiros com guarnições das forças de segurança da Bahia, no Nordeste de Amaralina, onde o crime ocorreu. Os outros cinco tentaram fugir pela estrada baiana, conforme apurado pelo Portal Esfera.
De acordo com a apuração, os cinco detidos fora da capital foram interceptados durante uma abordagem da Polícia Rodoviária Federal (PRF) a um táxi que seguia de Salvador para Feira de Santana. No veículo estavam três homens e duas mulheres. Um dos passageiros possuía mandado de prisão em aberto.
Durante a revista, os agentes encontraram cerca de 16 aparelhos celulares, que podem ser provenientes de furtos ou roubos. Os homens são suspeitos de envolvimento na morte do policial militar, hipótese que ainda não foi confirmada oficialmente. Todos os ocupantes do carro foram encaminhados à Polícia Civil para adoção das medidas cabíveis.
Já no Complexo do Nordeste de Amaralina, oito suspeitos foram abatidos após confrontos armados com equipes da Polícia Militar durante ações de reforço na região. Segundo a corporação, seis deles possuiam passagens por crimes como tráfico de drogas, roubo, porte ilegal de arma de fogo, estelionato, furto e receptação. Outros dois mortos ainda não foram identificados.
Relembre o caso
Glauber Rosa Santos, de 42 anos, foi baleado na cabeça durante uma troca de tiros no Vale das Pedrinhas, área que integra o Complexo do Nordeste de Amaralina. O policial chegou a ser socorrido e levado ao Hospital Geral do Estado (HGE), onde passou por cirurgia, mas não resistiu aos ferimentos.
A Polícia Militar informou que as operações seguem no enfrentamento ao Comando Vermelho (CV), que domina os bairros do Nordeste de Amaralina, Vale das Pedrinhas, Santa Cruz e Chapada do Rio Vermelho. As investigações continuam para identificar e localizar outros possíveis envolvidos.
