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CPI do Crime Organizado tenta avançar apesar de decisões do STF

Com prazo curto, comissão mira fraude do Banco Master

Por: Redação

05/04/202610:00Atualizado

Na reta final, a CPI do Crime Organizado do Senado corre contra o tempo para avançar nas investigações sobre a fraude que envolve o Banco Master. O colegiado tem funcionamento previsto até 14 de abril, mas articula uma prorrogação para aprofundar as apurações.

CPI do Crime Organizado em atividade
Foto: Geraldo Magela/Agência Senado

À frente da relatoria, o senador Alessandro Vieira defende mais 60 dias de trabalho, enquanto busca apoio do presidente do Senado, Davi Alcolumbre. O objetivo é destravar etapas consideradas essenciais da investigação.

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No meio do caminho, decisões do Supremo Tribunal Federal (STF) têm dificultado o andamento. Determinações da Corte já barraram convocações, suspenderam quebras de sigilo e limitaram depoimentos, afetando diretamente o ritmo da comissão.

Nomes-chave

Mesmo assim, parlamentares insistem em ouvir nomes-chave, como Roberto Campos Neto, além de avançar sobre empresas e envolvidos no caso. Para evitar novos bloqueios, os pedidos passaram a ser feitos com fundamentação mais detalhada.

O cenário evidencia um embate entre Legislativo e Judiciário, com críticas públicas de integrantes da CPI às decisões do STF. Ainda assim, a comissão tenta garantir entregas antes do prazo final e manter o foco na investigação do esquema financeiro.