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Vídeo: Leo Kret nega prisão após operação do MP em Salvador

Ex-vereadora fez live para desmentir boatos após buscas em sua residência

Por: Marcos Flávio Nascimento

26/05/202608:16

A ex-vereadora Leo Kret usou as redes sociais na manhã desta terça-feira (26) para negar informações de que teria sido presa durante a operação deflagrada pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco), do Ministério Público da Bahia (MP-BA).

Foto Vídeo: Leo Kret nega prisão após operação do MP em Salvador
Foto: Reprodução / Instagram

Em uma transmissão ao vivo, a ex-parlamentar apareceu ao lado dos pais dentro de casa e afirmou que apenas teve o nome citado na investigação.

“Estou aqui em casa. Estão dizendo que fui presa, mas isso não aconteceu”, declarou Leo durante a live.

Mais cedo, alguns veículos chegaram a publicar que a ex-vereadora teria sido detida durante a operação, informação posteriormente desmentida pelo próprio Ministério Público, que confirmou que não houve prisões na ação desta terça.

 

Casa de Leo Kret foi alvo de busca e apreensão

 

Apesar de negar qualquer prisão, informações apuradas pela reportagem apontam que a residência de Leo Kret foi alvo de mandado de busca e apreensão cumprido pelas equipes do Gaeco.

A operação investiga possíveis irregularidades envolvendo recursos públicos e contratos ligados à Prefeitura de Salvador.

Durante a transmissão, Leo afirmou que não possui assinatura em um dos contratos investigados e disse não ter ligação direta com a associação mencionada no caso.

 

“Meu nome foi mencionado numa investigação sobre um contrato que eu nem assino”, afirmou.

 

Ex-vereadora diz confiar na própria trajetória

Ainda na live, Leo Kret afirmou que a população baiana conhece sua trajetória política e social, além do trabalho desenvolvido junto à comunidade LGBTQIA+ em Salvador.

“A Bahia toda sabe do meu caráter, da minha índole e do meu trabalho com a população”, declarou.

Atualmente filiada ao PDT, Leo ocupa o cargo de diretora-geral de Políticas e Promoção da Cidadania LGBT+ da Secretaria Municipal da Reparação (Semur), na gestão do prefeito Bruno Reis.

A ex-vereadora também informou que seus advogados já foram acionados para acompanhar o caso.

 

Operação segue sob sigilo

 

Além de endereços ligados a investigados, a operação também cumpriu mandados no Edifício Thomé de Souza, sede administrativa da Prefeitura de Salvador, além de imóveis em bairros da capital e em Lauro de Freitas.

O Ministério Público da Bahia ainda não divulgou detalhes sobre os contratos investigados nem sobre os valores que teriam sido movimentados.

Até o momento, o caso segue sob sigilo parcial e novas informações devem ser divulgadas ao longo do dia.