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ACM Neto diz que Bahia precisa de "independência da violência" no 2 de Julho

Pré-candidato ao Governo do Estado subiu o tom nas críticas à gestão atual

Por: Domynique Fonseca|Redação

02/07/202610:48

Durante as celebrações pelos 203 anos da Independência da Bahia, nesta quinta-feira (2), o ex-prefeito de Salvador e pré-candidato ao Governo do Estado, ACM Neto (União Brasil), afirmou que o 2 de Julho deve representar não apenas a lembrança da luta pela independência, mas também um chamado para enfrentar os principais problemas do estado, sob gestão do governador Jerônimo Rodrigues.

Foto ACM Neto diz que Bahia precisa de "independência da violência" no 2 de Julho
Foto: Secom

 Em conversa com jornalistas, ele defendeu que a Bahia precisa conquistar uma "nova independência" nas áreas de segurança pública, saúde e educação.

"Nesta data da Independência é homenagear a nossa história, os nossos heróis, mas também lutar pela nossa independência para o futuro. Nós precisamos de uma vez por todas largar essa posição terrível de primeiro estado do Brasil em número de homicídios", disse.

Segundo ACM Neto, a data histórica deve servir para homenagear os heróis da Independência, mas também para refletir sobre os desafios enfrentados atualmente pela população baiana.

O ex-prefeito afirmou que a Bahia precisa deixar de liderar o ranking nacional de homicídios e defendeu uma atuação mais firme no combate ao crime organizado e às facções criminosas. Também criticou a situação da saúde pública, citando a fila da regulação, e disse que o estado precisa superar os baixos índices educacionais.

 “A Bahia precisa ficar independente da fila da regulação, que está aí matando milhares de baianos no interior do nosso estado. Nós precisamos dar o nosso grito de independência em relação a uma das piores qualidades de ensino do Brasil".

Questionado sobre o cenário político para as eleições de 2026, ACM Neto afirmou que seu foco continua sendo a disputa pelo Governo da Bahia e minimizou eventuais divergências entre aliados em relação ao apoio presidencial. Segundo ele, o objetivo comum permanece o mesmo: mudar os rumos do estado.