Homem acusado de ataque em jantar com Trump vai à Justiça hoje
Professor de 31 anos responde por crimes com arma; motivação é investigada
Por: Redação
27/04/2026 • 08:54 • Atualizado
O homem apontado como autor do ataque a tiros durante um jantar de correspondentes da Casa Branca, realizado no último sábado (25), em Washington, deve passar por audiência nesta segunda-feira (27). Na ocasião, a Justiça norte-americana deve formalizar as acusações contra o suspeito, Cole Tomas Allen, de 31 anos.
Segundo as autoridades, ele poderá responder por uso de arma de fogo em crime violento e por atacar um agente federal com armamento considerado perigoso. As investigações seguem em andamento e, até agora, não há confirmação sobre o que teria motivado a ação.
O evento reunia diversas autoridades, incluindo o presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e a primeira-dama, Melania Trump, que foram retirados do local por segurança logo após o início da ocorrência. O vice-presidente JD Vance e outros integrantes do governo também foram levados para áreas protegidas.
Reprodução/ X @TruthTrumpPost
Informações da polícia indicam que o suspeito portava diferentes armas, como uma espingarda, uma pistola e facas. Ele teria reagido à abordagem e houve troca de tiros antes de ser contido e preso.
De acordo com investigadores, a hipótese inicial é de que o ataque tenha sido realizado por uma única pessoa, sem ligação direta com outros envolvidos. Há indícios de que o homem estava hospedado no hotel onde o jantar ocorreu, e o quarto utilizado por ele foi isolado para análise.
Equipes federais também realizaram buscas em um imóvel relacionado ao suspeito em Torrance, na Califórnia, como parte da apuração do caso.
Dados públicos apontam que Allen atuava na área de educação e desenvolvimento de jogos eletrônicos, além de possuir formação em engenharia.
Durante o incidente, um agente do Serviço Secreto foi atingido, mas não sofreu ferimentos graves, já que o disparo foi contido pelo colete de proteção. Ele foi atendido e liberado em seguida.
Após o ocorrido, Trump afirmou que as informações preliminares indicam a atuação de um possível “lobo solitário”, avaliação que ainda é considerada pelas autoridades responsáveis pela investigação.
