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Mulher de 37 anos finge ser adolescente e engana família; veja fotos

Suspeita viveu com um casal em Santa Catarina e é investigada por estelionato e falsa identidade

Por: Redação

03/06/202611:23Atualizado

Uma mulher de 37 anos foi presa nesta terça-feira (2), em Joinville, no norte de Santa Catarina, sob suspeita de se passar por uma adolescente de 12 anos e enganar uma família que a acolheu por mais de um ano. O caso é investigado pela Polícia Civil pelos crimes de estelionato e falsa identidade.

Foto Mulher de 37 anos finge ser adolescente e engana família; veja fotos
Foto: Reprodução/ Redes Sociais

De acordo com as investigações, a suspeita viveu cerca de 14 meses com uma família no distrito de Pirabeiraba. Durante esse período, ela teria sustentado a versão de que era uma criança e apresentado diferentes justificativas para sua aparência física, incompatível com a idade que afirmava ter.

Entre os argumentos utilizados, segundo a polícia, estavam a alegação de que possuía Transtorno do Espectro Autista (TEA) e a afirmação de que havia sido submetida ao uso de hormônios, o que teria acelerado seu desenvolvimento físico.

A mulher também relatou ter sido vítima de abusos e maus-tratos. Conforme a investigação, essas histórias serviam para explicar por que ela não frequentava a escola nem mantinha contato com familiares.

Reprodução/ Redes Sociais

Reprodução/ Redes Sociais


O delegado responsável pelo caso informou que a suspeita convenceu a família de que não poderia ser matriculada em uma unidade de ensino, alegando que isso facilitaria sua localização por um suposto agressor.

As apurações indicam que ela chegou à família após procurar apoio em uma comunidade religiosa. Na ocasião, teria contado a um pastor que havia deixado o Pará para fugir de situações de violência. Inicialmente acolhida por integrantes da igreja, passou depois a morar com o casal.

Reprodução/ Redes Sociais

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Ao longo da convivência, a família teria assumido despesas relacionadas aos cuidados da suposta adolescente, incluindo tratamento médico. Os responsáveis também planejavam formalizar a adoção, mas, segundo a polícia, o assunto era constantemente evitado pela investigada.

Ainda conforme os investigadores, a mulher possui histórico de ocorrências semelhantes em outros estados brasileiros, entre eles São Paulo, Rio de Janeiro, Minas Gerais, Goiás e Rio Grande do Sul.

Reprodução/ Redes Sociais

Reprodução/ Redes Sociais


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O caso segue sob investigação para esclarecer as circunstâncias da fraude e identificar possíveis vítimas em outras localidades.