UnionPay chega ao Brasil em 2025 com parceria da Left
Entrada da gigante chinesa promete agitar o setor financeiro
Por: Victor Hugo Ribeiro
04/08/2025 • 10:00
A UnionPay, a maior bandeira de cartões do mundo, está se preparando para entrar no mercado brasileiro. A chegada da gigante chinesa será em parceria com a fintech brasileira Left, que ficará responsável pela emissão dos cartões e pela integração com bancos e maquininhas de pagamento.
A previsão é que o serviço seja lançado no final de 2025. O anúncio já está gerando grande expectativa no setor financeiro, prometendo aumentar a concorrência para as líderes do mercado, como Visa, Mastercard e American Express.
Sobre o UnionPay
Fundada na China, a UnionPay é uma das maiores redes de pagamento do mundo, com presença em mais de 170 países. A empresa oferece uma ampla gama de soluções, desde cartões físicos até pagamentos móveis, apoiada por uma infraestrutura tecnológica robusta.
A entrada da UnionPay no Brasil representa um novo capítulo para o mercado financeiro local. Além de aumentar a competitividade, a empresa traz uma proposta única: parte das transações poderá ser revertida para causas sociais, o que pode atrair consumidores que buscam um impacto positivo em suas compras.
A parceria com a Left deve agilizar a adaptação da UnionPay ao mercado brasileiro, permitindo que os consumidores tenham acesso a uma rede global de pagamentos e, ao mesmo tempo, se beneficiem de soluções alinhadas às demandas locais.
Possíveis impactos com a chegada do UnionPay
A entrada de um novo e forte concorrente como a UnionPay pode gerar alguns efeitos no mercado brasileiro:
- Aumento da concorrência: A chegada de um novo competidor pode pressionar Visa, Mastercard e Amex a oferecerem melhores condições e benefícios para os clientes.
- Apoio a causas sociais: A proposta de reverter parte das transações para causas sociais é um diferencial que pode atrair consumidores preocupados com impacto positivo.
- Mais inovação: A filosofia da UnionPay promete trazer soluções mais autônomas e descentralizadas para o mercado, estimulando a inovação no setor de pagamentos.
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