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Quebra-mola vira “dor de cabeça” para moradores há anos em Salvador

Moradores detalham ao Portal Esfera que o fato prejudica a liberdade do ir e vir

Por: Victor Hugo

28/11/202517:00Atualizado

Falhas na infraestrutura urbana, como buracos no asfalto, calçadas rachadas ou bueiros danificados, são alguns dos principais transtornos para moradores da Bahia. Por vezes, o estrago pode ser o começo de um grande desconforto. Assim acontece há cerca de dois anos na Rua Bromélias Brancas, no Jardim das Margaridas, em Salvador.

Quebra-mola (Jardim das Margaridas)
Foto: Leitor Portal Esfera/Arquivo Pessoal

De acordo com uma denúncia recebida pelo Portal Esfera, um quebra-mola tem causado “dor de cabeça” para quem trafega e reside na localidade. Para os motoristas, a falta de nivelamento reflete em danos caros ao veículo, como nos pneus e na suspensão, e a possibilidade de acidentes causados por manobras bruscas, o que também gera custos no bolso. 

Esses problemas não apenas afetam somente a segurança individual, mas também contribuem para a desorganização do trânsito, o que gera lentidão, estresse e perda de produtividade. É o que garante José Vantuir Olavo, que relata as dificuldades enfrentadas.

 

“O quebra-mola vem sendo uma grande dor de cabeça para todos os moradores aqui e principalmente para mim que moro na frente. Em 2023, fiz uma reclamação sobre esse problema. Logo após terem feito um recapeamento do asfalto da rua, a situação só piorou”, relata ao Portal Esfera.



Confira o vídeo: 





Imóvel atingido

 

O morador ainda detalha que, com a presença do quebra-mola mal sinalizado, muitos veículos não diminuem a velocidade, ação que compromete a segurança dos pedestres e, por consequência, provoca vibração nas casas próximas, resultando em expressivas rachaduras.

Questionada pela reportagem, a Superintendência de Trânsito de Salvador (Transalvador) garante, por meio da assessoria de imprensa, que fará uma fiscalização no local para verificar a sinalização horizontal (pintura das faixas) e vertical (placas) e reforçá-las. 

“Diante de situações como essas, o leitor pode manter contato com a Transalvador por meio do aplicativo NOA Cidadão ou pela Fala Salvador, número 156”, reforça em resposta. 

Apesar da resposta, o órgão não informou a data em que o procedimento será realizado.