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Operação mira celulares roubados e produtos falsificados em Salvador

Ação reúne forças de segurança e órgãos de fiscalização em lojas

Por: Redação

08/06/202613:26Atualizado

Polícia Civil da Bahia (PC-BA) deflagrou, na manhã desta segunda-feira (7), mais uma etapa da Operação Mobile 360º, que tem como foco a fiscalização de lojas e estabelecimentos que comercializam celulares e acessórios em Salvador. A iniciativa busca identificar possíveis irregularidades relacionadas à venda de aparelhos furtados, roubados, receptados ou sem comprovação de origem, além da comercialização de produtos falsificados.

Comércio de celulares
Foto: Ilustrativa/Guilherme Santos/Ascom-PCBA

Segundo a corporação, a operação foi desencadeada a partir de denúncias recebidas pelos órgãos de investigação e de levantamentos realizados pela Delegacia de Defesa do Consumidor (Decon), vinculada ao Departamento Especializado de Investigações Criminais (Deic).

As apurações apontaram indícios de comercialização de mercadorias com procedência duvidosa, acessórios falsificados e produtos que teriam sido inseridos no mercado de forma irregular.

Investigações partiram de denúncias e ações de inteligência

De acordo com a PC, equipes de inteligência identificaram situações que levantaram suspeitas sobre a origem de determinados aparelhos e acessórios comercializados em estabelecimentos da capital baiana.

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A operação tem como objetivo combater práticas que possam causar prejuízos aos consumidores e enfraquecer esquemas relacionados à circulação de produtos ilícitos no mercado.

Além da fiscalização, os agentes também verificam documentação fiscal, procedência dos equipamentos e possíveis irregularidades tributárias. A expectativa é que o trabalho contribua para reduzir a comercialização de celulares provenientes de crimes patrimoniais, como furtos e roubos.

Força-tarefa reúne diversos órgãos

A ação conta com a participação de equipes da Decon, da Delegacia Especializada de Repressão a Roubos em Coletivos (Derrc) e da Delegacia de Repressão a Furtos e Roubos (DRFR).

Também integram a força-tarefa representantes da Secretaria da Fazenda da Bahia (Sefaz), do Procon, da Codecon, da Polícia Militar da Bahia e da Receita Federal.

Até o momento, a Polícia Civil não divulgou balanço sobre apreensões ou eventuais prisões realizadas durante esta fase da operação. As diligências seguem em andamento e novas informações devem ser divulgadas pelas autoridades ao longo do dia.