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Multidão celebra chegada do cortejo do 2 de Julho ao Pelourinho com tom cultural

Fanfarras, grupos populares e manifestações culturais marcaram a festa

Por: Lorena Bomfim|Domynique Fonseca

02/07/202613:01Atualizado

A chegada do cortejo do 2 de Julho ao Largo do Pelourinho e ao Terreiro de Jesus reuniu milhares de pessoas na manhã desta quarta-feira (2), no Centro Histórico de Salvador. Ao longo do trajeto, fanfarras, grupos culturais e manifestações populares deram o tom da celebração que homenageia a Independência da Bahia. Entre os participantes estava o grupo Clã de Gazeiro em Pitanga, representado por Edivaldo Palhaço.

Fanfarras, grupos populares e manifestações culturais marcaram a chegada da celebração ao Largo do Pelourinho e ao Terreiro de Jesus
Foto: Domynique Fonseca /Portal Esfera

Em conversa com a equipe do Portal Esfera, ele destacou a importância de participar da festa e de manter vivas as tradições culturais baianas. Segundo Edivaldo, o grupo integra o cortejo há oito anos, embora a agremiação exista há 16.

Atualmente, cerca de 200 pessoas participam das atividades, entre homens e mulheres caracterizados para as apresentações culturais.

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“O 2 de Julho representa a nossa independência e também a esperança de dias melhores para o povo. É um momento de celebrar a cultura, a história e renovar o desejo de prosperidade para todos”, afirmou.

Politicagem na festa

Uma das ambulantes que está na região, Dona Noelia, vive a comemoração há 30 anos. Segundo ela, em 2026, o evento sofreu um desgaste com a chuva, porém se manteve no local de venda para aproveitar o dia. A experiente senhora ainda comentou que os políticos se aproveitam da festa do povo para autopromoção:

"Atrapalha um pouco [a chuva], esperava melhores vendas. Já vivi tantas histórias. O cortejo é importante, principalmente o caboclo e a cabocla, é uma coisa maravilhosa. Na minha opinião, os políticos se aproveitam de festas como essa para se aparecer muito para o povo, e deixam de aparecer outros anos"

 

Assista o vídeo:

 

 

 

A chegada ao Pelourinho foi marcada pela forte participação popular. Moradores, turistas e integrantes de diversas manifestações culturais ocuparam as ruas e largos do Centro Histórico, transformando a região em um grande palco de celebração da identidade e da história da Bahia.

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