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Senador Flávio Bolsonaro afirma ser preciso “expulsar o mal” do governo

Pré-candidato à Presidência também mencionou o ex-presidente Jair Bolsonaro

Por: Redação

04/06/202614:30

Em meio às articulações para a disputa presidencial de 2026, o senador Flávio Bolsonaro (PL) participou nesta quinta-feira (4) da Marcha Para Jesus, em São Paulo, e utilizou o evento para defender o que chamou de combate ao “mal” presente no governo brasileiro. O parlamentar fez um breve pronunciamento diante dos participantes da manifestação religiosa.

Flávio
Foto: Reprodução/Instagram @flaviobolsonaro

A presença do senador ocorreu pela primeira vez na história da marcha. Durante entrevista concedida aos organizadores do evento, Flávio também reforçou um discurso voltado à chamada “guerra espiritual” e lamentou a ausência de seu pai, o ex-presidente da república, Jair Bolsonaro (PL), que cumpre prisão domiciliar em Brasília.

“Às vezes, a gente acorda com o coração meio apertado, tem que ajoelhar e pedir a Deus para dar aquela força e alegria no coração. E hoje é um dia que está explodindo aqui. Queria muito que meu pai estivesse aqui presente, mas vamos lutar por ele”, disse o senador.

Movimentação para eleiçoes 2026

A agenda pública de Flávio ocorre em um momento de intensificação das conversas no campo da direita sobre a sucessão presidencial. O senador tem ampliado sua presença em eventos políticos e religiosos enquanto busca consolidar seu espaço entre os nomes cotados para a corrida ao Palácio do Planalto. Nos bastidores, aliados acompanham ainda a movimentação de grupos ligados a possíveis candidatos, como Romeu Zema (Novo) e Ronaldo Caiado (PSD).

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Paralelamente, o parlamentar procura se desvincular dos desdobramentos das recentes tensões comerciais entre Brasil e Estados Unidos. Nesta semana, o Escritório do Representante Comercial dos Estados Unidos (USTR) recomendou a adoção de tarifas de 25% e 12,5% sobre produtos brasileiros após concluir investigações sobre supostas práticas comerciais do país.

Os relatórios foram divulgados dias depois de um encontro entre Flávio Bolsonaro e o presidente americano Donald Trump na Casa Branca.