Uel embala Carnaval com trio, camarotes e agenda lotada na Bahia
Artista fala sobre sucesso nos palcos e a força do samba ao vivo
Por: Domynique Fonseca
28/01/2026 • 16:00
Se para muitos o Carnaval é sinônimo de descanso, para o cantor e compositor Uel (@uelcantor) é tempo de agenda cheia e palco armado. Convidado do programa Portal Esfera no Rádio, da Itapoan FM (97,5), nesta quarta-feira (28), comandado por Luis Ganem, o artista revelou que a folia de 2026 será marcada por uma maratona de apresentações em Salvador e no interior do estado.
Uel definiu o período como essencial para quem vive da música: “Carnaval é trabalho. A gente brinca que é o 13º do cantor."
Entre os compromissos já confirmados estão apresentações em grandes camarotes do circuito, como Camarote Salvador, Harém e Brown, além de shows na Torre Beats, em frente ao Farol da Barra. O artista também confirmou participação em trio elétrico no Campo Grande, na quinta-feira de Carnaval, data dedicada ao samba.
“Vamos fazer trio no dia do samba, no Campo Grande, além de rodar o interior do estado com shows em algumas cidades”, afirmou.
Do digital ao palco
Durante a entrevista, Uel falou sobre o impacto das redes sociais em sua carreira e destacou a diferença entre os números da internet e a resposta do público presencial. Atualmente, o cantor soma mais de 327 mil seguidores, espalhados por várias regiões do país.
“Na rede social a gente vê número. No show, a gente vê gente. Quando a pessoa chega e diz que conheceu pelos vídeos e está ali cantando, isso muda tudo”, destacou.
Segundo o artista, esse retorno tem se refletido diretamente nos projetos autorais. Ensaios e apresentações próprias têm registrado casa cheia, como o evento realizado no Clube Espanhol, no ano passado.
“Quando a gente faz nossos projetos e vê os ingressos se esgotando, é ali que entende a força do trabalho”, pontuou.
Samba sem rótulo
No repertório, Uel aposta na diversidade dentro do samba, dialogando com diferentes estilos e gerações. A proposta, segundo ele, é respeitar a essência do gênero sem limitar o público.
“A galera que vai aos shows gosta de samba. Então a gente toca de tudo: samba raiz, samba do Recôncavo, releituras… e funciona”, concluiu.
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