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Influenciador baiano relata desvio de R$ 600 mil por amigo e funcionário

Junior Caldeirão afirma que o homem usou contas bancárias sem autorização

Por: Jaísa de Almeida

05/03/202614:44Atualizado

O influenciador baiano Antônio Pereira Machado, conhecido nas redes sociais como "Junior Caldeirão", relatou nesta semana um prejuízo financeiro significativo que envolve um amigo de longa data e colaborador de sua empresa. Segundo ele, o funcionário, responsável pelo setor financeiro, teria desviado valores que resultaram em uma dívida superior a R$ 600 mil.

Junior Caldeirão abriu o jogo
Foto: Reprodução/Instagram @juniorcaldeiiron

“Para quem não sabe, a gente tinha um amigo, que vocês conhecem, a quem eu dei uma casa, dei tudo, porque eu conheço ele desde os meus 15 anos de idade. Esse amigo eu coloquei para trabalhar comigo e ele trabalhava na parte do financeiro. [...] junto com minha contabilidade, ele trabalhava nessa parte de fazer os pagamentos. Então a única obrigação dele exclusiva era fazer os pagamentos, planilhar os pagamentos”, explicou o influenciador.

De acordo com o criador de conteúdo, o caso começou a ser suspeito quando ele identificou gastos elevados em um cartão de crédito do qual, até o momento, ele não sabia da existência e que era sem limites. Após revisão da equipe financeira, foram identificadas compras que o influenciador afirma não reconhecer: 

“Meu cartão estava em R$190 mil de utilizado, sendo que eu nem sabia que tinha um cartão sem limite nenhum [...] Ele colocou sem limite, porque ele uma vez meu banco, meu cartão foi bloqueado, ele fez o quê? Pegou logo o outro […] E o cartão era para ser usado com coisas comigo e para a empresa. Tinha muitas coisas que não eram minhas: compra de iPhones 16 - sendo que eu nem tinha iPhone 16 - motos para os outros, um monte de coisa para os outros.”

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Mesmo sem citar nomes, Junior afirmou ainda que, após conferência detalhada das contas, foi possível confirmar o desvio e identificar transferências que teriam passado pela conta do amigo para facilitar pagamentos quando o banco bloqueava as movimentações.

“Fora valores que devem ter entrado na conta dele, porque às vezes eu precisava movimentar um valor para conta dele, porque meu banco bloqueava, aí eu tinha que fazer para contar dele para ele fazer os pagamentos, pagamento de funcionário, tudo. Então, nesse meio tempo todo, ele veio tirando muito dinheiro de mim”, completou.

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