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Banco do Brasil intensifica busca por Gkay em ação de dívida milionária

Influenciadora ainda não foi localizada para ser citada em processo de cobrança de R$ 1,8 milhão

Por: Redação

27/06/202618:00

A influenciadora Gkay segue sem ser localizada pela Justiça em uma ação movida pelo Banco do Brasil, que cobra uma dívida de aproximadamente R$ 1,8 milhão. Diante das tentativas frustradas de encontrá-la, a instituição financeira solicitou novas diligências para viabilizar a citação da empresária.

Foto Banco do Brasil intensifica busca por Gkay em ação de dívida milionária
Foto: Reprodução / Instagram @gkay

As informações foram divulgadas pela colunista Fabia Oliveira. Segundo o processo, o banco tenta dar andamento à cobrança, mas ainda não conseguiu notificar oficialmente a influenciadora sobre a existência da ação.

O caso teve início em dezembro de 2025, quando o Banco do Brasil ingressou com um pedido de cobrança alegando que Gkay contratou um empréstimo para renegociar débitos antigos com a própria instituição, assumindo o compromisso de quitar o valor em 96 parcelas.

Ainda conforme a ação, os pagamentos deixaram de ser realizados, levando o banco a recorrer à Justiça para tentar recuperar o montante devido.

Justiça amplia tentativas de localização

Em janeiro deste ano, a 1ª Vara Cível de Pinheiros, em São Paulo, determinou que a influenciadora fosse citada oficialmente. No entanto, as tentativas realizadas por meio de correspondências e oficiais de Justiça não tiveram êxito.

Diante do impasse, o Banco do Brasil pediu autorização para consultar bases oficiais, como Sisbajud e Serasa, em busca de endereços atualizados vinculados ao nome de Gkay.

Na última segunda-feira (23), a instituição voltou a se manifestar no processo e requereu novas tentativas de citação em seis endereços obtidos a partir dessas consultas.

O que pode acontecer

Caso seja localizada e formalmente citada, Gkay terá três dias para quitar a dívida apontada pelo banco ou 15 dias para apresentar contestação à cobrança.

O processo também prevê que, se não houver pagamento após a citação, a Justiça poderá autorizar a penhora de bens da influenciadora para garantir a execução da dívida, conforme solicitado pela instituição financeira.