Produtora acusa Pablo de calote após cancelamento de shows nos EUA
Empresário afirma que cachê e mais de US$ 88 mil em despesas foram pagos
Por: Redação
01/10/2026 • 11:00 • Atualizado
A produtora norte-americana Schuina Productions acusou o cantor baiano Pablo e o empresário Mário Paim de descumprirem um acordo para duas apresentações nos Estados Unidos. Segundo o empresário Adilson Alves Schuina, os shows estavam marcados para os dias 2 e 3 de outubro, em Boston e Newark, mas a equipe do artista informou que ele não viajaria.
Em vídeo publicado nas redes sociais, Schuina afirmou que metade do cachê já havia sido paga e que a empresa desembolsou mais de US$ 88 mil com despesas relacionadas à turnê, incluindo petições, passagens executivas do cantor, da esposa e do empresário. A programação fazia parte da “Turnê EUA 2026”, que também teria a participação de Eduardo Costa.
O empresário afirmou ter documentos, petições aprovadas e registros relacionados aos vistos e declarou que pretende levar o caso à Justiça dos Estados Unidos. Ele também alegou ter sido ameaçado por Mário Paim durante uma conversa telefônica e estimou o prejuízo total com o cancelamento em quase US$ 500 mil.
Após a repercussão das acusações, a equipe de Pablo se pronunciou pelo Instagram, na quarta-feira (30), para apresentar sua versão sobre o cancelamento das apresentações nos Estados Unidos. Segundo o comunicado, a viagem estava prevista para o mesmo dia, mas profissionais considerados essenciais para os shows tiveram os vistos negados durante o processo de imigração, enquanto os passaportes de outros integrantes só foram liberados posteriormente. A equipe afirmou que a suspensão ocorreu por circunstâncias relacionadas exclusivamente ao processo migratório e que não houve decisão unilateral do artista. Pablo e os demais profissionais lamentaram o cancelamento e agradeceram ao público pela compreensão.
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