Entregador desaparecido é encontrado morto em mata no sul da Bahia
Jovem de 22 anos fazia entrega em Itabela quando foi abordado por suspeitos
Por: Redação
27/05/2026 • 10:06
O desaparecimento de um entregador de 22 anos terminou de forma trágica no extremo sul da Bahia. O jovem, identificado como Edy Franklin de Souza Pagotto, foi encontrado morto em uma área de mata no município de Itabela, um dia após desaparecer enquanto trabalhava fazendo entregas de alimentos.
Segundo informações da Polícia Civil, Edy sumiu na segunda-feira (25), depois de ser abordado por dois homens no bairro Paquetá, durante uma corrida de entrega. Desde então, familiares e amigos não conseguiram mais contato com o jovem.
O corpo da vítima foi localizado na terça-feira (26), em uma região de vegetação afastada da cidade. De acordo com a polícia, o entregador estava amarrado e apresentava um ferimento na cabeça.
A motocicleta usada por Edy para trabalhar ainda não foi encontrada até o momento. Nenhum suspeito havia sido preso até a última atualização do caso.
Polícia investiga motivação do crime
As circunstâncias do homicídio seguem sendo investigadas pela Polícia Civil da Bahia. O delegado responsável pelo caso, Johnson Tanimoto, afirmou que a vítima não tinha envolvimento com atividades criminosas.
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A principal linha de investigação considera a possibilidade de que o entregador tenha sido confundido ou chamado atenção de criminosos por circular entre bairros diferentes durante o trabalho.
Segundo a polícia, Edy morava em uma localidade distinta daquela onde realizava entregas no momento em que desapareceu, fator que pode ter motivado a abordagem dos suspeitos.
Caso gera comoção nas redes sociais
A morte do jovem causou forte repercussão entre moradores de Itabela e nas redes sociais. Amigos e familiares publicaram homenagens e mensagens cobrando justiça pela morte do entregador.
A rotina de trabalhadores por aplicativo e entregadores também voltou ao debate após o crime, principalmente em cidades do interior da Bahia, onde profissionais relatam medo diante da violência durante o expediente.
O caso segue sob investigação da delegacia territorial de Itabela.
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