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Deputado cobra resposta sobre cobrança de tarifas no Ferry-Boat

Projeto de Lei busca proibição do aumento do valor

Por: Redação

07/05/202619:40Atualizado

As taxas para usar o serviço do Ferry-Boat levantaram questionamentos por parte do deputado estadual Roberto Carlos. Por essa razão, nesta quinta-feira (7), o político apresentou um pedido direcionado ao governador Jerônimo Rodrigues (PT) sobre os valores cobrados aos finais de semana e nos feriados.

Cobrança de tarifa é relatada por deputado
Foto: Divulgação/Internacional Travessias

“Aos finais de semana, o Ferry-Boat cobra uma tarifa maior do que nos dias úteis. E nós não entendemos o porquê se o fluxo de pessoas é muito maior nos finais de semana e feriados do que nos dias úteis. Por isso que apresentei nesta casa, a pedido de muitos consumidores que fazem a travessia Salvador Itaparica, Itaparica-Salvador para que a Agerba se explique ou atenda o nosso pedido, que é um clamor da sociedade, para que unifique as tarifas colocando os finais de semana, os feriados no mesmo valor de dias úteis”, declarou ele.

Roberto Carlos participou da Comissão de Defesa do Consumidor da Assembleia Legislativa da Bahia (ALBA). Por meio de posicionamento nas redes sociais, ele ainda reiterou o pleito defendido por outros políticos, como o prefeito de Itaparica, Zezinho Oliveira, e de demais lideranças da região. 

Problemas

O deputado estadual também evidenciou as problemáticas de filas, demora e falta de conforto nas embarcações.

 

 

A reportagem do portal Esfera entrou em contato com a Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia (AGERBA) para saber mais detalhes sobre as tarifas. Por meio de nota, a empresa se posicionou:

“A Agência Estadual de Regulação de Serviços Públicos de Energia, Transportes e Comunicações da Bahia informa que a manutenção do equilíbrio econômico-financeiro dos contratos de concessão é uma obrigação legal do Poder Concedente, sendo o reajuste tarifário o instrumento previsto para assegurar essa condição.

A recomposição do equilíbrio não se trata de escolha administrativa, mas de dever legal, necessário para garantir a continuidade, a regularidade e a sustentabilidade dos serviços prestados.

Por fim, a Agência esclarece que, até o momento, não tem conhecimento formal sobre a tramitação de Projeto de Lei relacionado ao tema.”