Caso de mãe barrada em formatura vira alvo de sindicância em Salvador
Apuração, publicada no Diário Oficial do Município, foi instaurada nesta quarta (17)
Por: Redação
18/12/2025 • 08:40
A Secretaria Municipal da Educação de Salvador (Smed) abriu uma sindicância para investigar a denúncia de uma mãe que relatou ter sido impedida de entrar na formatura da filha em uma escola pública da capital baiana. A apuração, publicada no Diário Oficial do Município (DOM), foi instaurada nesta quarta-feira (17).
A acusação partiu de Deise de Andrade, que é mãe de uma aluna da Escola Municipal Elysio Athayde, no bairro de Cajazeiras. Nas palavras da mulher, o acesso à cerimônia de formatura da turma 5 teria sido condicionado ao pagamento de uma taxa de R$100 por estudante.
Como não efetuou o pagamento no prazo estipulado, ela ficou de fora do evento, que ocorreu na última sexta (12). O caso repercutiu nas redes sociais após a propagação das gravações onde mostram Deise chorando enquanto conta que não pôde acompanhar a cerimônia.
Em determinado momento do vídeo, ela afirma que o vice-diretor da escola, identificado apenas com o prenome de Felipe, que “nem o prefeito permitiria a entrada” dela na formatura.
De acordo com o relato da mulher, a cobrança foi apresentada como obrigatória, mesmo a escola sendo da rede pública de ensino. Ela afirmou ainda que tentou negociar o pagamento mesmo com o fim do prazo, mas teve o pedido negado pela professora da pequena.
Assista:
O que diz a Secretária
No documento, a Smed informa que não existe cobrança de qualquer valor para festas, formaturas ou outras festividades promovidas pela rede municipal. Conforme relata a pasta, todos os eventos escolares são gratuitos, em busca de “garantir o acesso irrestrito da comunidade escolar”.
